Cresce alguns poucos centímetros por década: um exemplar de um metro pode ter mais idade que a pessoa que o fotografa. E sobrevive ao fogo: queima por fora, guarda a vida por dentro, e volta a florescer.
A matriz da canela-de-ema é a mais gráfica da coleção. O bordado reproduz a textura escamada do caule (camadas sobre camadas, registro do tempo) e no topo abre a flor lilás de seis pétalas. Estrutura embaixo, delicadeza em cima. É exatamente o que a planta é.
A matriz de bordado é executada em máquina de alta precisão sobre algodão orgânico. Toda a confecção da bolsa (corte, montagem, costura, alças e acabamento) é feita à mão, peça por peça, por costureira parceira em Goiás.
Essa peça também carrega impacto: parte do que você investe nela alimenta o Fundo de Formação TerrArte, que forma bordadeiras parceiras para a próxima coleção. As mãos que hoje cortam, montam e costuram esta bolsa em Goiás são as mesmas que ajudam a decidir o que a TerrArte se torna.
As fotos oficiais da peça serão publicadas aqui após o ensaio da campanha. Quem está no grupo vê primeiro.
Transparência sobre o processo: nesta primeira coleção o bordado é executado em máquina; a confecção e a finalização são manuais. A segunda coleção da TerrArte será 100% bordada à mão, pelas mulheres formadas com 15% do lucro desta edição.
Para quem resiste com elegância.Canela-de-ema · Peça 04 de 05
Para a mulher que construiu devagar. Que passou por fogo e não se anunciou como sobrevivente. Apenas continuou, com uma elegância que só existe em quem já sabe quanto tempo as coisas levam.
Valores, medidas e fotos completas são revelados primeiro na Comunidade Fundadora. A pré-venda abre 48 horas antes do lançamento oficial, em 09.09.2026.
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