No campo, os chuveirinhos formam tapetes brancos que se movem juntos com o vento. É preciso parar para ver, porque nenhuma flor chama atenção sozinha.
A peça mais delicada da coleção e a mais difícil de bordar. A arte trabalha a repetição: várias hastes finas em alturas diferentes, cada uma terminando na esfera branco-pérola. O efeito só funciona no conjunto, como no campo. Bordar poucas hastes seria perder a flor inteira.
A matriz de bordado é executada em máquina de alta precisão sobre algodão orgânico. Toda a confecção da bolsa (corte, montagem, costura, alças e acabamento) é feita à mão, peça por peça, por costureira parceira em Goiás.
Essa peça também carrega impacto: parte do que você investe nela alimenta o Fundo de Formação TerrArte, que forma bordadeiras parceiras para a próxima coleção. As mãos que hoje cortam, montam e costuram esta bolsa em Goiás são as mesmas que ajudam a decidir o que a TerrArte se torna.
As fotos oficiais da peça serão publicadas aqui após o ensaio da campanha. Quem está no grupo vê primeiro.
Transparência sobre o processo: nesta primeira coleção o bordado é executado em máquina; a confecção e a finalização são manuais. A segunda coleção da TerrArte será 100% bordada à mão, pelas mulheres formadas com 15% do lucro desta edição.
Para quem encanta em silêncio.Chuveirinho do Cerrado · Peça 05 de 05
Para a mulher que não precisa de holofote para ser inesquecível. Que é lembrada pela presença, não pelo volume. Que atravessa a seca sem perder a forma.
Valores, medidas e fotos completas são revelados primeiro na Comunidade Fundadora. A pré-venda abre 48 horas antes do lançamento oficial, em 09.09.2026.
Grupo silencioso e sem spam. Você sai quando quiser.